O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, na década de sessenta, para denominar a forma de escrita/leitura não linear na informática, pelo sistema “Xanadu”. É um documento eletrônico composto por páginas e ligações entre elas ou seja, um texto em formato digital, ao qual se agregam outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, utilizados com criatividade para chamar a atenção, surpreender e cativar o internauta, cujo acesso se dá através de referências específicas denominado hiperlinks, ou simplesmente links.
O hipertexto não define a forma, mas define o conteúdo, embora seja livre a escolha do usuário, os links ali disponíveis sempre levarão a outra página (outro hipertexto) já com conteúdo definido, todavia o internauta tem plenos poderes para escolher quais links utilizar, ou seja os caminhos são livres. Este tipo de comunicação permite a troca de informações e nos leva a repensar algumas coisas, como a nossa prática pedagógica ou até mesmo, nós mesmos.
O trecho a seguir foi retirado da página da Wikipédia e refere-se ao “Projeto Xanadu”. O texto não foi editado propósitadamente por ser parte de um hipertexto.
O Projeto Xanadu foi o primeiro projeto para o desenvolvimento daquilo que posteriormente veio a ser conhecido como hipertexto. Fundado em 1960 por Ted Nelson, o projeto, de acordo com seu website, contrasta sua visão com aquela típica que se tem do papel: "O software popular de hoje simula o papel. A World Wide Web (rede mundial de computadores, outra imitação do papel) trivializa nosso modelo original de hipertexto com links ('elos') de mão-única facilmente suscetíveis a falhas e sem gerenciamento da versão ou conteúdo". A revista Wired chamou isso de "o vaporware de maior duração na história da história da indústria de computadores". A primeira tentativa de sua implementação começou em 1960, mas não foi antes de 1998 que o software, incompleto, foi liberado.
Com certeza, é uma maravilha poder acessar a Web para o trabalho, o lazer, e principalmente para a formação continuada. Porém precisamos estar atentos para não ficarmos navegando à deriva e também não cair nas mãos de maus internautas que distribuem softwares maliciosos e colocam em riscos nossos trabalhos e nossas máquinas.